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	<title> &#187; Bruno Quinalha &#124; </title>
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	<description>Av. Guadalupe, 199, Jd. América &#124;  (12) 3931-2828</description>
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		<title>Komatsu Forest lança quatro novos Harvesters</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 10:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Quinalha]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Komatsu Forest está lançando quatro novos harvesters. &#8220;Este não é apenas o mais extenso lançamento de harvesters que já fizemos, é também o início de uma nova era&#8221;, diz Tobias Ettemo, gerente de produtos da Komatsu Forest. Os quatro novos harvesters são o Komatsu 901, o Komatsu 911, o &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000"><strong>A Komatsu Forest está lançando quatro novos harvesters.<br />
&#8220;Este não é apenas o mais extenso lançamento de harvesters que já fizemos, é também o início de uma nova era&#8221;, diz Tobias Ettemo, gerente de produtos da Komatsu Forest.</strong></p>
<div style="color: #000000">
<p>Os quatro novos harvesters são o Komatsu 901, o Komatsu 911, o Komatsu 931 e o Komatsu 951. Quatro novos harvesters que incluem tudo a partir de projetos completamente novos, uma nova cabine com opção de amortecimento, um motor Stage IV amigável com o ambiente, passando por um sistema sem chaves (keyless) e uma nova central de mídia, até um novo sistema hidráulico de circuito duplo, de um tipo que o mercado nunca tinha visto. &#8220;Nós focamos no operador e fizemos todos os esforços para maximizar a produção de todos os ângulos possíveis, de forma sustentável&#8221;, explica Ettemo.</p>
<p align="left"><a href="http://www.mecanicagl.com.br/site/wp-content/uploads/2014/10/Harvester-Komatsu-901-911-931-e-951.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1172" src="http://www.mecanicagl.com.br/site/wp-content/uploads/2014/10/Harvester-Komatsu-901-911-931-e-951.jpg" alt="Harvester Komatsu 901, 911, 931 e 951" width="944" height="914" /></a>Os quatro novos harvester são o Komatsu 901, que é um especialista em desbaste; o Komatsu 911, que é um harvester para todo o tipo de colheita florestal; o Komatsu 931, para corte final exigente e o Komatsu 951, que é simplesmente o maior e mais potente harvester da marca.</p>
<p align="left">Muita atenção foi colocada na ergonomia do operador. Os novos harvesters são construídos a partir do conceito bem comprovado de uma grua e cabine central e um eixo de giro que, em conjunto com os cilindros de inclinação da cabine oferecem estabilidade única e conforto para o operador. A cabine tem melhor visibilidade para cima e para baixo, giro da grua e da cabine de 360 graus e baixo nível de ruídos. Uma grande novidade é o primeiro sistema sem chaves controlado remotamente do setor, que pode controlar o aquecimento, a chave principal e a iluminação, de uma distância de até 300 metros.</p>
<p align="left">O sistema sem chaves é codificado por operador, de forma que quando ele ativa o circuito da chave principal é automaticamente registrado no sistema MaxiXplorer, com o perfil de operador apropriado. A cabine também tem uma central de mídia completamente nova, que inclui diversas entradas para conectores USB e AUX. Esses são apenas alguns exemplos de todos os novos recursos da cabine.</p>
<p align="left">Para garantir que os operadores tenham as condições adequadas para uma produção efetiva, os novos harvesters também apresentam um novo sistema hidráulico de três bombas, o que proporciona interação única entre a grua, as funções do cabeçote e a transmissão. Isso significa que há sempre potência hidráulica suficiente para que o operador execute várias tarefas ao mesmo tempo.</p>
<p align="left">O sistema de três bombas permite ao operador utilizar altas taxas de fluxo em baixas rotações, enquanto o circuito de transmissão está sempre disponível para manobrar a máquina. Os sistemas hidráulicos de trabalho são separados da transmissão, divididos em dois circuitos hidráulicos. Estes circuitos hidráulicos de trabalho podem ser operados separadamente ou em conjunto, dependendo dos requisitos de função e de óleo. O resultado é que o operador pode usar várias funções da grua e do cabeçote junto com a potência hidráulica máxima, como para girar a grua, alimentar uma tora e manobrar a máquina.</p>
<p align="left">Os motores estão entre os primeiros no mercado que atendem os requisitos das normas Stage IV e Tier 4 Final, as exigências mais rigorosas sobre emissões de partículas e óxidos de nitrogênio. O sistema de arrefecimento tem uma capacidade elevada e os componentes são dimensionados para fluxos elevados de escoamento do ar. Isso proporciona alta capacidade de refrigeração, consumo reduzido de combustível e baixos níveis de ruído. Todos os quatro harvesters incluem o Komatsu Confort Boggie com os cubos das rodas protegidos no interior dos aros, o que contribui para uma boa distância do solo.</p>
<p align="left">Todos os harvesters têm gruas paralelas com alto poder de elevação bruta, que são rápidas, eficientes e fáceis de operar. Entre a grua e o cabeçote está o elo de freio, Komatsu Multi Disc Brake. Todos os harvesters podem ser fornecidos com uma variedade de gruas com diferentes alcances e diversas opções de cabeçotes.</p>
<p align="left">A nova linha de harvesters tem um projeto moderno e funcional que facilita os reparos e a manutenção. Isto implica em serviços de manutenção cuidadosamente considerados, com automação sempre que possível, pontos centralizados de manutenção, acesso mais fácil, e soluções mais inteligentes para filtros e fusíveis, por exemplo. Inspeções diárias agora são facilmente realizadas sem a necessidade de abrir qualquer capô.</p>
<div align="left"></div>
<div align="left"><strong>Fonte: </strong>Komatsu Forest</div>
</div>
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		<title>Manutenção de Máquinas Florestais: Uma Avaliação</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 15:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Quinalha]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Business - Career]]></category>
		<category><![CDATA[florestal]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a ABRAF (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas), em seu anuário estatístico de 2013/2012, o Brasil possui 6,7 milhões de hectares de florestas plantadas que fornecem mais de 271,5 milhões de metros cúbicos de madeira em tora por ano para os diversos setores consumidores. Estes são números grandiosos &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Segundo a ABRAF (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas), em seu anuário estatístico de 2013/2012, o Brasil possui 6,7 milhões de hectares de florestas plantadas que fornecem mais de 271,5 milhões de metros cúbicos de madeira em tora por ano para os diversos setores consumidores. Estes são números grandiosos que mostram a relevância do setor florestal no país.</p>
<p style="text-align: justify">A produção de celulose, para ficar apenas em um exemplo, segundo a Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel), em seu boletim Conjuntura Bracelpa de 2011, saltou de 7,5 milhões de toneladas em 2000 para mais de 14 milhões em 2011, um acréscimo de 87% em apenas uma década, confirmando os grandes volumes de madeira movimentados diariamente. Hoje o país ocupa a quarta posição no ranking mundial de produção de celulose.</p>
<p style="text-align: justify">Os números também são significativos quando o parque de máquinas agrícolas e florestais são levados em consideração. O Brasil tem hoje mais de  1 milhão de unidades. Estes dados dão a dimensão do setor florestal e a sua dependência de pessoal qualificado para operar suas máquinas e também para mantê-las.</p>
<div id="attachment_1099" style="width: 1510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.mecanicagl.com.br/site/wp-content/uploads/2014/07/Ka931_9721__H.jpg"><img class="size-full wp-image-1099" src="http://www.mecanicagl.com.br/site/wp-content/uploads/2014/07/Ka931_9721__H.jpg" alt="Harvester Komastu 931" width="1500" height="1000" /></a><p class="wp-caption-text">Harvester Komastu 931</p></div>
<p style="text-align: justify"><strong>MECANIZAÇÃO NAS EMPRESAS FLORESTAIS E OUTROS SETORES</strong></p>
<p style="text-align: justify">Nas grandes empresas consumidoras de madeira, a colheita florestal é totalmente mecanizada e grande parte das pequenas e médias também aderiram ou estão aderindo a mecanização desta atividade.</p>
<p style="text-align: justify">O setor florestal compete com todo o agronegócio pela seleção e retenção dos profissionais que apresentam um perfil adequado para a operação e manutenção das máquinas florestais. As fronteiras entre as atividades dos dois setores estão cada vez menos perceptíveis e a movimentação dos profissionais entre os diversos segmentos é uma realidade. A concorrência é acirrada. Faltam profissionais em quantidade e qualidade para operar os equipamentos. Mais grave ainda é a falta de técnicos de manutenção para cuidar destas máquinas, pois o tempo para a formação de um bom técnico de manutenção é muito maior do que o tempo para a formação de um operador. Um operador executa serviços repetitivos diariamente. Com isso ele melhora sua habilidade em operar equipamentos a cada ciclo que é executado. A curva de aprendizado é bastante favorecida. Isto não ocorre com um técnico mecânico, que se depara com diferentes situações a cada dia, exigindo um conhecimento renovado frequentemente. A curva de aprendizado deste profissional é mais demorada.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>DEMANDA E OFERTA DE PESSOAL QUALIFICADO</strong></p>
<p style="text-align: justify">As máquinas florestais estão evoluindo rapidamente, aproveitando todo avanço tecnológico que os diversos setores têm proporcionado. O operador dos dias de hoje precisa ser diferente daquele de duas décadas atrás. Novas competências são exigidas: atenção aos avisos e alarmes dos equipamentos, cumprimento dos procedimentos operacionais, atendimento às limitações da máquina, interação com sistemas de comando e controle, além de habilidades para operar comandos eletrônicos e <i>joysticks</i>.</p>
<p style="text-align: justify">Assim como o operador, o técnico de manutenção precisa estar capacitado para executar com precisão e rapidez o diagnóstico e correção dos problemas apresentados por todos os sistemas presentes nos equipamentos – mecânico, hidráulico, elétrico e eletrônico – além de conhecer os sistemas de gerenciamento dessas funções que estão instalados nos computadores que comandam a máquina. Quanto maior a integração entre estes sistemas, mais difícil será a identificação e solução dos problemas e, necessariamente, mais tempo de estudo será exigido.</p>
<p style="text-align: justify">Mas, mesmo com toda esta tecnologia, os equipamentos continuam necessitando dos cuidados que sempre foram importantes e ainda serão por muito tempo. Ou seja, os cuidados básicos não devem nunca ser esquecidos: todo equipamento precisa estar devidamente limpo, com a lubrificação executada com qualidade, onde não exista nem falta nem excesso; os principais fluidos – óleos, água – precisam estar conforme a recomendação do fabricante e no período de trabalho indicado para aquela operação; os filtros devem estar em perfeitas condições, sem furos ou amassados; os parafusos, porcas e arruelas devem estar nos seus respectivos lugares, fixados como devem ser.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>FORMAÇÃO DE PESSOAL QUALIFICADO</strong></p>
<p style="text-align: justify">A formação de operadores está muito bem definida no país. Empresas maiores possuem equipes próprias para formação destes profissionais. Outras recorrem aos institutos privados como o Senai ou empresas particulares que fornecem formação e treinamento para operadores. Mas toda a formação é realizada em um único pacote de atividades.</p>
<p style="text-align: justify">A grande dificuldade encontrada é a formação de técnicos de manutenção. Enquanto um profissional que nunca operou um equipamento florestal pode produzir de 50 a 60% do esperado em 6 a 8 meses de treinamento, o mesmo não ocorre com a formação do técnico de manutenção. Um profissional que nunca tenha trabalhado com manutenção levará pelo menos 5 anos para se classificar como um técnico pleno das modernas máquinas florestais.</p>
<p style="text-align: justify">Não existem também muitas opções de escolas técnicas que ofereçam cursos completos para os técnicos mecânicos. Algumas ministram cursos básicos (Senai), já os fabricantes de equipamentos fornecem treinamentos específicos para as suas máquinas e ainda outros fornecedores de componentes (mangueiras, motores, elétrica) oferecem treinamentos somente para os seus produtos.  Ou seja, o técnico deve participar de vários treinamentos em diversas instituições diferentes e em várias etapas de sua carreira. A formação é contínua.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Texto: </strong>José Eduardo Paccola<i> - </i><em>Engenheiro Mecânico, consultor na ZDP Consultoria e instrutor do Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Gestão de Manutenção de Máquinas Florestais da Malinovski Florestal</em></p>
<div style="text-align: justify">Fonte: <b>Portal Colheita de Madeira</b></div>
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		<title>3a. Expo Florest</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2014 14:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Quinalha]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Business - Career]]></category>
		<category><![CDATA[expoforest]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>

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		<description><![CDATA[A GL marcou presença na maior feira de base florestal da América Latina, a Expoforest 2014. A feira é focada em negócios e lançamentos de máquinas, equipamentos, insumos e produtos do segmento de base florestal. Uma das características principais da Expoforest é que ela ocorre no meio de uma plantação &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A GL marcou presença na maior feira de base florestal da América Latina, a Expoforest 2014.<br />
A feira é focada em negócios e lançamentos de máquinas, equipamentos, insumos e produtos do segmento de base florestal.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-1036 size-full" src="http://www.mecanicagl.com.br/site/wp-content/uploads/2014/05/10296718_498089660292775_3220761589045793784_n.png" alt="10296718_498089660292775_3220761589045793784_n" width="852" height="315" /></p>
<p><span id="more-1035"></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #000000">Uma das características principais da Expoforest é que ela ocorre no meio de uma plantação de eucalipto. Assim, os visitantes podem ver “in loco” as operações ocorrendo de acordo com a prática real das operações.</span></p>
<p style="color: #000000;text-align: justify"><span style="color: #000000">Tendo em vista a concretização da Expoforest 2011, no que tange a sua organização e internacionalidade, a Expoforest foi aceita como membro aspirante da Forestry Demo Fairs (FDF), rede internacional de feiras dinâmicas que garantem uma elevada segurança e níveis de qualidade para visitantes e expositores. Participam da FDF a ELMIA (Suécia), KWF Tagung (Alemanha), Eko-las (Polônia) e a Euroforest (França).</span></p>
<p style="color: #000000;text-align: justify"><span style="color: #000000">A parceria consolida a Expoforest no roll das grandes feiras mundiais do setor florestal.</span></p>
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